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Cheiro de namoro, de amor...
Anna Paes
 
namorar, tem cheiro de eucalipto, solto no ar...
verdades semi-ditas...
carinho e harmonia...
beijos de luar, ao luar.
 
namorar, tem cheiro de esperança,
parece brincadeira de criança...
mergulho no mar...
pluma ao vento.
 
tem cheiro de taça transbordante de  vinho...
rosa na janela.
tem cheiro de madrugada...
orvalho nas roseiras
 
namorar, tem cheiro diferente
tem cheiro de voce
22/06/2004
http://diariogeral.zip.net/arch2004-08-22_2004-08-28.html


:: Postado por Poesia às 19h17
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_ela(s)
 
 
Véra Lúcia de Campos Maggioni
Vera&Poesia
 
Poema escrito sob inspiração da tela presenteada pela amiga denise moura.
 
 
 
    Em rubro carmim, escarlate em rubi, estão elas aí,
sing_elas, por todo lugar. Até nas novel_elas.
Alguém as vê? Quem são elas? Arand_elas?
 
São todas ascendentes. Descendem daqu_elas...
Corações trepidantes; vermelhas em igual tom.
Mas, rubis singulares! Significantes são elas!
 
Miram com olhos faiscantes, ora silenciam.
Andam por caminhos diversos, ora paralelos.
Todas na mesma passar_ela seguem; elas!
 
Ela_nela, naqu_ela, só ela.
Só elas, todas elas, n_elas.
Todas elas na jan_ela d_elas; b_elas. 
Desfilam o rubro carmim d_elas em pétalas!
 
Ela..., uma a uma; elas, só n_elas.
Na passar_ela da aquar_ela; elas...
O rubro carmim emana d_ela(s)!
Pintura da Vida; a t_ela mira-se n_ela(s).
 
 
Vera&Poesia

:: Postado por Poesia às 23h18
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Tatuada
Anna Paes
 
Tatuei meu coração com a letra de seu nome...
Meu corpo com uma borboleta.
Deixei que beijasse as formas
E, também a borboleta.
Colocada entre meus seios...
Voava entre seus beijos.
Meu corpo ficou marcado
Pelas delícias de seus beijos
Suas mãos tatuaram meu ser
De amor e paixão.
 
Anna Paes

:: Postado por Poesia às 21h53
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ESPARSOS

 

Sentimentos

No mar..

Um onda

Bruma.

Queixume

Paixão...

Você!

 

Anna Paes

:: Postado por Poesia às 21h51
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Sua falta
Anna Paes
 
Hora de ir embora,
Carne, vida, sofrimento
O corpo quer ficar agora.
As pedra do caminho escutam meu lamento.
A terra seca a sede na fonte da aurora.
Caminho cheia de castigo
Em busca de teu abrigo.
Por que te ausentas de mim?
Ouve os meus gemidos, feito os gemidos dos galhos
tremendo ao frio na madrugada, amigo.
Amigo...
Aquece-me com suas palavras doces
que venham como brisa quente
 e minhas faces roce,
Num carinho fervente.
Tua ausência doe-me como ferida
feita a ferro em brasa
abre-me o peito, sangra-me a alma desvalida.
Lágrimas, o sentimento extravasa.
Quero-te ao meu lado
como se fosse da vida um legado,
uma herança,
a mim prometida desde criança.
Anna Paes
2003

:: Postado por Poesia às 21h49
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CANTO DE AMOR
 
Soam os arpejos do sol retirante,
juntos soam os sinos da tarde,
repercutindo em mim,
qual canto de amor!
 
 
Reflete teu perfil na tela do meu presente...
Por que não dizes de onde vens?
Estende tuas luzes sobre minhas incertezas...
 
 
Quando surges,
trazes-me velas e incensos:
ajeitas meus sonhos sobre elas,
acende-os, clareando os aromas
que se alastram em fumaça...
 
(Mas, de onde é que tu vens?)
 
Ouço o canto, que tua alma canta.
Ouves o canto, que canta a minha?
Juntos formamos um contracanto,
enquanto a noite caminha...
 
Vens de longe! muito longe!...
Estas pedras do caminho,
são-nos macio tapete...
Há em tua bagagem
 malícia.. volúpia...
esperança de carícia...
e fazes reviver, brilhante, vibrante,
o desejo do amor
que em minh'alma sacias!
 
cantas o canto que cadencia:
e com o meu contracanto,
há encanto na harmonia.
 
Não me importa mais,
saber de onde vens!
Importa-me saber que tu vens!!
 
Aos arpejos do sol a se por,
à dolência  dos sinos nas horas tardias...
Anseio pelo  fim do dia,
cantando este canto de amor!
 
Maria Mercedes Paiva

:: Postado por EME às 23h38
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POEMINHA QUE NADA !!

Planando nas asas
do meu pensamento...
Bailando contente no vento,
um poema em "estado de dicionário"
só espera uma chance,
para vir ao mundo e luzir!
Algumas palavras sobrevivem da união
Persistem em precisar de sentido
dando uma chance às outras:
unidas em vocabulário!
 
Um poeminha, então,
nascido de tal união,
bem que merece respeito!!
bem que merece brilhar!!
 
Organizadas, as palavras regozijam...
compõem o tema...
o pensamento elucidam...
Formam os versos e
lhes dão todo sentido:
Nasce o poema!
 
Seja em livro...
Tela de computador...
Áreas secas...
Seja lá como bem for
O poema pede para ser lido!!
 
Mas, 
mesmo embaixo d'água
há poesia!
Então, por que áreas secas?
Isso aí está errado!
Posso compô-los na chuva,
enviar por enxurrada...
Posso fazê-los na piscina...
Enfim, fazer poesia molhada!
Esse aqui, por exemplo,
é um Poeminha Que Nada!!
 
 
Maria Mercedes Paiva


:: Postado por EME às 23h27
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POEMA DESCALÇO
 
Nos braços do poema, por sonho embalada,
eu sigo contente por essas estradas, e vou mais além:
planícies, montanhas, por mares e vales...
faço lanche com a alvorada
e ceio com a lua, nas nuvens também!...
 
Passeio com o sol, por ele beijada
...isso é natural,pois sou namorada...
brinco calma com a amena aragem...
vôo segura, nas asas do vento...
canto canções de miragens...
Tão livre é o meu pensamento!..
 
Caminho tranqüila pelo arco íris,
saltando suas cores, pisando matizes...
escorrego na curva,
desembarco em touceira de vívidos lírios
e me sinto em estado de amor, por inteira!
 
É tão leve o caminho dos sonhos:
tão macio, alvo, brilhante,
que é preciso se vista um manto
nalgum fauno ainda castanho,
em seu passo, quase "ave trotante"!
 
Nesse templo sagrado do sonho,
fantasia, quimera, poema...
só se entra com os pés descalços
e com passo mais leve que pena...
Porque tudo compõe a estesia:
o poema dispensa o calçado,
mas, a vida, não dispensa a poesia.
 
Maria Mercedes Paiva

:: Postado por EME às 23h22
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FOLHA PALHA
eme paiva
 
...pende da rama
seca de vida..
cai....
vai...
voa ao vento
sem cobrança
sem apego
sem segredo
sem saudade
 
palha atestada
de missão cumprida
energia evolada...
lembrança de aroma...
tornada cigana
festejada ao vento
dança a liberdade
es
  gota
      da
        vida...
 

:: Postado por EME às 23h13
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ASSIM ...SERENAMENTE!
 
ABRE TEUS BRAÇOS E ME ENVOLVE.
VÊ, QUE NENHUMA VESTIMENTA ME ABRAÇA.
VÊ, QUE TE ENTREGO MINH'ALMA DESPIDA,
NUA DE CONCEITOS FALSOS-CASTOS?
 
 ABSORVE DE MEUS LÁBIOS OS SONHOS...
 SONHOS-BEIJOS,
QUE MINH'ALMA TE SONHA E TE BEIJA
COM ANSEIOS DE ETERNIDADES!
ESQUEÇA MEUS OLHOS BÊBADOS,
E BEIJA MEUS LÁBIOS,
QUE PELOS TEUS ESPERAM...
SELA E APLACA E BEIJANDO MATA
OS MEUS RECEIOS E
TODAS AS TEMERIDADES!
FALA-ME AS POESIAS DE TUA ALMA.
CONTA-ME A LUA.
CONTA-ME O CAIR DE TODAS AS TARDES
QUE TEUS OLHOS VIRAM!
TUDO O QUE TE FASCINA!
TODOS OS OCASOS E TODAS
AS MATINAS,
QUANDO ÉRAMOS, AINDA,
 MÚTUA ESPERA.
 
 
CANTA-ME, AMOR!
CANTA-ME O MANTRA
OCULTO EM TUA ALMA!
CANTA-ME O TEU SALMO...
CANTA-ME A CANÇÃO DO TEU
AMAR CALMO,
QUE ME DOMINA E ENSINA
O PASSO PERSISTENTE
DA BRISA MAIS CONTENTE,
QUE ME AMA E JAMAIS VACILA.
...MAS, O FAZ
ASSIM... SERENAMENTE!
 
Maria Mercedes Paiva
(Eme)
 

:: Postado por EME às 23h10
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ABRAÇA-ME

Enquanto o sono não chega,
todas as noites eu falo contigo.
Embora o escuro do quarto,
sinto teu olhar tão cristalino...
o arfar de teu peito...
teus cabelos de menino, que eu afago
minhas mãos seguras pelas tuas mãos tão meigas

Quando teu respirar se aproxima,
cálido e querido como uma
brincalhona brisa, brinca e desliza pelos prados,
sinto que tua boca busca pela minha
e nem bem ouço tua voz,
mais a pressinto pela vibração
dos teus lábios perguntando aos meus:
-Ainda me amas?

Ah! Abraça-me agora, meu amor
que minhas lembranças te fazem tão presente!
Abraça-me agora, meu querido,
que de tanto mentalizar-te,
eu te materializo!...

Minh'alma te busca pelas dimensões
cujos caminhos eu não reconheço!
E não temo pela tua paz,
porque envolto assim, em meu amor
sempre serás feliz!!

Abraça-me agora, meu antigo amor
e deixa-me te confessar sinceramente:
- A única certeza que tenho da eternidade,
é que vou te amar, eternamente!...

:: Postado por EME às 22h57
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 PORTAL DA MADRUGADA

 
 No avançar de seus domínios
de sonhos, de sombras e fascínios,
a noite forma templos de silêncios
 aos olhos, prenhes de sonhos sadios.
 
O aguardo adentrando o portal
da paragem onde  somos tão livres,
dimensão, que se faz natural,
quão natural é saber que tu vives.
E , então,  tu vens me falar
desse amor, que nos faz tão serenos...
não cansamos de nos confessar,
como o tempo só faz aumentar
todo bem, que tão bem nos queremos!
 
 Claridade se faz  devagar,
madrugada já no declinar
leva as sombras que a tudo ocultou,
para o sol, que as quer revelar.
 
Nos encontra em afagos de amor,
de urgências, de ânsias, prazer...
E, minh'alma não quer acordar
deste sonho que a toma, integra
entre os braços que não posso ver,
ao amor, ao carinho, se entrega.

Com os raios do sol a chegar,
fecho os olhos pra continuar a te ver,
te amar com o olhar
e sorrir aos sorrisos que dás.
 
Tão tranqüila, quietinha em teus braços
Logo o sono me vem alcançar...
Sei que beijo o beijo que dás
e dormindo procuro abraços.
 
Me recobres, me arranjas os cabelos
e me deixas tranqüila a sonhar.
Mas, sabemos que na madrugada
ao Portal, tu vais regressar!
 
Maria Mercedes Paiva
 

 

:: Postado por EME às 22h56
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CENTELHAS

 

O que em mim é escuro,

é o que não me acendi.

 

O que em mim dorme,

é o que não me despertei.

 

Desde o escuro das remotas noites dos tempos,

à origem dos meus primeiros albores racionais.

Muitas noites! Mas, também, muitos dias!

Muitos zênites e muitos nadires!

Cada passo no caminho da evolução

uma fagulha se soltava.

 

Subir ao mirante das torres

do castelo de meu silêncio e

encontrar-me rainha:

sábia de imanência

e louca de majestade,

vestida de campesina

rústica, mas valente,

capaz de travestir a

guerreira destemida

que gesta a menina,

pura, inocente...

nas eras, procelas, feras...

das muitas que animei,

às muitas que hoje sou...

 

Trevas que espantei,

na chispa que fulgurou...

 

Noites que abandonei,

pelos dias, de que sou...

 

O que em mim brota,

foi onde me podei!

 

Meu pálido reflexo,

foi o que me poli!

 

O que em mim germina,

foi o que me plantei.

 

As centelhas que bruxuleio,

são as que me cintilei !

 

Eme Paiva

16.8.5

:: Postado por EME às 22h53
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Melliss

Nostalgia
(Mellíss)                                                                                                                   

Por quem brilha esta lua imensa e branca,
se em meu peito vai um coração sem âncora,
navegando sem destino ou esperança.
entre as sombras desta noite que amedronta?

Por quem canta a voz do  vento que me toca
se esse som  que ele derrama sempre evoca
inequívoca presença dos silencios ?

Por quem chora a vida em mim, se já não choro
essa mágoa que me fere e que deploro...

Quem ficou dentro de mim, se fui embora ?

 

:: Postado por Poesia às 18h37
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EME -

 
CONTEXTO
eme paiva
 
tom maiúsculo
canariozinho
puseram para assobiar
num puleiro
saltava daqui pra lá
de lá pra cá
e pelo meio
 
corta coração
til e ce cedilha
chora alminha em chama
caiu na armadilha
chama piados curtinhos
quase não saiu
 
pede rama
ninho
liberdade voar
ser passarinho
piu é um fio
ninguém ouviu
 
minúsculo ponto cinza
no chão
um ponto sem ponta
pinta pente pinto
p.q.p.(ponto).

:: Postado por Poesia às 18h27
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